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ENTREGANDO DE BANDEJA PARA A CONCORRÊNCIA
Caros leitores, desculpem o "sumiço", mas esse negócio de ser pai de primeira viagem toma mais tempo do que eu imaginava... além de que, por vezes me sinto um idiota digital: abrí uma conta em um outro provedor de blog (é esse o termo?), que parecia-me capaz de aceitar a inclusão de fotografias (que o UOL não aceita), e até agora não conseguí inserir uma única foto, apesar de segundo as instruções do tutorial parecer muito fácil. Mas, enfim, a vida continua, a luta também, e vamos em frente. O título da coluna vai em homenagem à TVA, que graças à enorme incompetência do serviço de call center perdeu um cliente desde 2002. Vamos ao fato: eu possuía (desde 2002, lembremos) o pacote completo analógico. Este ano, a recepção dos canais Eurochannel e FX ficou muito ruim, e acionei o serviço de manutenção da TVA. Veio um técnico (muito solícito, por sinal) em casa, e diagnosticou que o aparelho de TV era muito moderno para o sinal que vinha pelo sistema analógico, e me indicou que ligasse solicitando a migração para o sistema digital, e que como o problema apontado era de ordem tecnológica eu teria direito à migração gratuita. Liguei, fui pessimamente atendido, a atendente ainda foi grossa comigo, e quando pedí para falar com o gerente dela (afinal, ela insistia em me cobrar R$79 pela migração) ela respondeu que não iria passar pois a resposta que ele me daria seria a mesma dela. Entrei no site da TVA, busquei o e-mail da central de atendimento deles em SP, e enviei um e-mail informando o ocorrido. Vocês, caros leitores, responderam o meu e-mail???? Nem a TVA. Isso foi na 5ª feira. No sábado, indo ao supermercado, deparei-me com um quiosque da SKY, o vendedor me ofereceu um folheto, olhei o preço dos pacotes, as opções de canais disponíveis, e fiquei de pensar no caso. Posteriormente, entrei no site da SKY, analisei o caso, e liguei novamente para a TVA para cancelar a assinatura. Você, caro leitor, trabalha em uma empresa prestadora de serviços, e um cliente de mais de 5 anos liga pedindo o cancelamento do serviço, o que você faria??? Se a pessoa tiver um Q.I. de dois dígitos (12 ou 15 já resolve), você vai anotar o motivo da vontade de cancelar e transferir a ligação para o setor de fidelização do cliente, ou seja lá que nome se dá ao setor que procura manter os clientes na empresa. Foi feito isso??? É óbvio que não. Foi o cancelamento de serviço mais "zen" que já enfrentei. O atendente anotou os dados, e disse que em 5 dias úteis alguém da TVA me contataria para agendar a retirada do conversor. Passados 6 dias úteis, liguei de volta para a TVA para saber quando alguém viria buscar aquela droga de conversor. Nesse meio tempo, já tinha ligado para a SKY, já tinha contratado um pacote com os dois Sportv, ESPN Brasil e Internacional, Speed Channel e ainda contratei à parte o Bandsports, ou seja, consigo assistir corridas de qualquer coisa que seja transmitida pela TV. Antes eu tinha apenas os dois ESPN e o Bandsports. DESSA VEZ, a pessoa que atendeu teve a idéia de me transferir para o setor que manda o cliente para a ilha de Fidel, ops, setor de fidelização do cliente. A atendente pediu para eu repetir o motivo do cancelamento, pediu mil desculpas pelo ocorrido, e até ofereceu para eu cancelar o novo pacote que tinha adquirido na concorrência que eles me fariam o pacote completo digital por R$105 (arredondando para cima). Fui obrigado a dar uma risada e informar que esse tipo de atendimento eu deveria ter recebido ANTES de cancelar a assinatura. Sei que a NET tem recebido muitas críticas dos assinantes, mas a verdade é que (como sempre) o consumidor brasileiro não tem muita escolha. São muito poucas as operadoras de TV por assinatura, e a grande concorrente (no caso a TVA) parece que não é melhor no quesito atendimento. Até acho a opção de canais da TVA melhor que a da NET, mas abandonei a operadora devido ao absoluto descaso e desrespeito com o consumidor. Como citei para a atendente do setor de fidelização, a pessoa que me atendeu quando fui solicitar a migração não tem a necessidade de melhor treinamento, precisa antes passar por um longo processo de adestramento, para aprender coisas mais fáceis como sentar, deitar, rolar no chão, fingir de morto, trazer a bolinha, para depois sim aprender a lidar com o cliente. Desculpem o mau humor, mas tinha de desabafar. Abraço e até a próxima (que espero não demore tanto)!
Escrito por Bianchini às 21h09
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RÉPLICAS
Acho que já escreví a respeito de réplicas no comentário a respeito do encontro de antigos de Águas de Lindóia, e de como acho que são uma alternativa válida para quem quer um "antigo" para o uso diário ou para o tuning. A respeito do tuning: aceito perfeitamente que se faça isso em carros de grande produção, que se encontram com muita facilidade nas ruas. Quer pegar um Gol, Corsa, Ka, Palio e outros tantos para recortar capô, teto, por 400 kg de equipamento de som, faz o que tu queres pois é tudo (ou quase tudo) da lei, como diria Mestre Raul Seixas. Outra coisa, muito diferente, é pegar carros já antigos, que estão em condições de serem recuperados ao seu estado original, e descaracterizar completamente fazendo tuning (ou, em alguns casos, bostuning). Sei que acaba saindo menos caro fazer tuning do que uma restauração decente, mas acho que a história deve ser preservada. Existem casos sem solução: algumas vezes a única coisa a se fazer com o carro é tunar (será que existe esse verbo????) mesmo, e se a coisa for feita com bom gosto e critério o resultado até fica bom. Mas por quê essa conversa toda? Porque na capa da Fullpower sairam duas réplicas, a do Mustang GT500 KR ("Eleanor") que eu ví em Águas de Lindóia e uma de Fusca já com o teto rebaixado e entreeixos alongado. Como os GT500 KR são raros e caros, se alguém quiser um "Eleanor" provavelmente vai acabar comprando outro modelo de Mustang, vai descaracterizar completamente o carro, apenas para fazer o seu "American Dream". Essa réplica permite que você tenha um carro que você vai poder escolher o motor que quiser, a suspensão modificada que quiser, pode-se até escolher se quer a lanterna tradicional do Mustang (3 barras verticais de cada lado) ou a lanterna "Eleanor" (um retangulo baixo, na horizontal). O Fusca é um carro que ultimamente está muito inflacionado, e admito que não me agrada a idéia de ter um carro desses transformado em hot rod. Abraço e até a próxima!
Escrito por Bianchini às 21h06
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